Ainda que eu falasse as línguas dos homens e a dos anjos, se eu não tivesse o amor, seria como o sino que soa, ou como o címbalo estridente. Ainda que eu tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência; ainda que eu tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse o amor, eu não seria nada. Ainda que eu distribuísse todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregasse meu próprio corpo para ser queimado, se não tivesse o amor, nada disso me adiantaria. O amor é paciente, o amor é prestativo; não é invejoso, não se ostenta não se incha de orgulho, nada faz de inconveniente, não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará.As profecias desaparecerão; as línguas cessarão; a ciência também desaparecerá. Pois o nosso conhecimento é limitado; limitada também é nossa profecia. Mas quando vier a perfeição, desaparecerá o que é limitado. Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei adulto, deixei o que era próprio de criança. Agora vemos como em espelho e de maneira confusa; mas depois veremos face a face; Agora o meu conhecimento é limitado, mas depois conhecerei como sou conhecido. Agora, portanto, permanecem estas três coisas: a Fé, a Esperança e o Amor. A maior delas, porém, é o Amor".(Coríntios, 13-14)
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
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